JUSTIÇA
![]() |
| Foto: Ellen Soares/Gshow |
Eliza-Maurício-Vicente-Rose-Fátima-Jesus-Mayara-Douglas-Antenor-Celso-Vânia-Débora-Marcelo-Oswaldo-Firmino-Poltergeist-Maria-João-Pedro-Antônio-Irene.
Poderia continuar por quase uma
vida toda a escrever todos os nomes possíveis, impossíveis e inimagináveis e
imagináveis.
A minissérie Justiça terminou de
23 de setembro e não poderia deixar de comentar sobre esse meteoro televisivo. Mal
me apaixonara e odiara as personagens. Acabou. Isso mesmo: gente! 20 capítulos
apenas.
Escrita por Manuela Dias (foi
maravilhosa na composição da história)
É claro que na TV o ator e a
atriz dão alma as palavras. Se o texto é excelente: nada segura.
E nada segurou Adriana Esteves,
Jéssica Ellen, Débora Bloch e Cauã Reymond. É óbvio que os outros arrasaram
também. Vou me concentrar nos 4 eixos de Justiça.
Fátima (Adriana Esteves)
mereceria uma novela inteirinha. Uma personagem muito muito fantástica. Adriana
Esteves faz a gente rir e chorar ao mesmo tempo. Quando ela matou o cão de
Douglas (Enrique Diaz) após pedir inúmeras vezes para o policial prender o cão.
Exausta, ela foi lá e atirou no cachorro. Como não nos remeter à Carminha de
Avenida Brasil. Porém, tivemos muitos momentos cômicos.
Rose (Jéssica Ellen) uma
personagem muito simpática. Na noite que completaria 18 anos foi presa por
portar armar. Débora (Luisa Arraes), amiga de Rose, nos envolveu mais. Débora
foi estuprada enquanto sua amiga esteve presa. Quando Rose sai da prisão,
Débora insiste em procurar o estuprador e vai até o fim: mata o cara.
Eliza (Débora Bloch) é uma
professora universitária que teve a filha morta pelo Vicente. Vive obcecada com
a ideia de assassiná-lo assim que sair da cadeia. Não consegue, se aproxima
dele e deixa-o morrer quando sofrem um acidente.
E Maurício (Cauã Reymond)
contador que realiza eutanásia na esposa após ela ser atropelada pelo golpista
Antenor Ferraz (Antônio Calloni).
Kellen (Leandra Leal) mereceria
uma série só para ela: A SAUNA DE KELLYNHA. (Já tenho até nome. Tá, Manuela
Dias?). Uma piriguete espetacular. Muito muito doidona, pilantra e engraçada.
De tão sem noção, ela é risível. É óbvio, que Leandra Leal merece aplausos de
pé.
A trilha sonora merece também
aplausos e muita emoção:


Nenhum comentário: